Eutanásia. O que está em jogo?

Eutanásia. O que está em jogo?

RTP2 | Esta semana, tive a honra de participar numa agradável conversa no programa “Eclesia”, da RTP2, ao lado do Padre Fernando Sampaio, Coordenador Nacional das Capelanias Hospilarares, no âmbito da Semana da Vida, onde abordámos o tema da Eutanásia.

Foi um debate profundo, que para além de tocar na questão da vida, tocou também, na matriz social em que vivemos e como nos definimos enquanto sociedade.

Todo o debate em curso ocorre pelo facto de haver tanto sofrimento humano e termos um sistema de saúde e uma sociedade que tem sido incapaz de responder a esta premente crise social. A morte a pedido não é a solução e partilhei neste programa alguns dos argumentos que me levarão a votar contra a legalização da Eutanásia no próximo dia 29 de Maio na Assembleia da República.

Apelo à vossa reflexão neste momento em que o Partido Socialista, Bloco de Esquerda, PAN e PEV incompreensivelmente querem acelerar a discussão sem permitir qualquer processo de reflexão na comunidade ou na própria esfera parlamentar.

Intervenção no Plenário da Assembleia da República sobre Doenças Raras

Intervenção no Plenário da Assembleia da República sobre Doenças Raras

Atualmente quase 800 mil portugueses vivem com uma doença rara, 80% de origem genética e mais de 50% são dignosticadas em idade pediátrica. Estas doenças são, na sua grande maioria, doenças graves, incapacitantes, crónicas e degenerativas e têm, por isso, um impacto bastante negativo na qualidade e esperança de vida destas pessoas.

Estes doentes têm necessidades específicas que exigem cuidados de saúde específicos e, muitas vezes, não têm opções terapêuticas disponíveis. A estas necessidades acresce ainda o sofrimento real destas pessoas e dos seus familiares e cuidadores, que estão constantemente ao lado dessa criança ou adulto dependente, prestando toda a assistência necessária, levando a situações de cansaço, de esgotamento e, muitas vezes, também a um sentimento de culpa injustificado por não conseguirem fazer mais pelo familiar que têm a cargo.

Na minha intervenção no plenário da Assembleia da República sobre doenças raras e deficiências, relembrei a promessa feita pelo Governo de que, até final de 2017, teríamos o estatuto de cuidador informal aprovado. Contudo, até agora, já o ano de 2018 vai praticamente a meio, não qualquer mudança neste panorama. E, por isso, o PSD saúda todas as iniciativas apresentadas por todos os partidos que apresentar projetos de resolução mas a realidade é que a única iniciativa política real feita no campo nas doenças raras foi feita pelo anterior Governo: uma estratégia integrada para as doenças raras.

É urgente existir uma Rede de Referenciação Europeia da qual façam parte instituições portuguesas façam parte, é necessário que haja um acesso a diagnóstico precoce e a terapêuticas, recolha de dados clínicos e epidemiológicos, maior aposta na investigação e desenvolvimento e medidas de inclusão e cidadania com foco na melhoria da qualidade de vida dos doentes e dos seus cuidadores.

O Partido Social Democrata estará sempre disponível para apoiar qualquer uma destas urgentes iniciativas.

Debate “O Presente e Futuro do Serviço Nacional da Saúde”

Debate “O Presente e Futuro do Serviço Nacional da Saúde”

Foi um honra participar no debate sobre o “Presente e Futuro do Serviço Nacional da Saúde”, juntamente com o Deputado Coordenador da Saúde do Partido Socialista e também médico Dr. António Sales e com a moderação do antigo Deputado e Médico Dr. José Manuel Pavão.

Este debate decorreu no Hospital Senhor do Bonfim, próximo de Vila do Conde e Póvoa do Varzim.

O Desgoverno na Saúde

O Desgoverno na Saúde

Jornal de Notícias | Em dia de audição ao Presidente do INEM e de greve dos médicos esta notícia é apenas mais uma confirmação do desgoverno que existe na saúde.

Os mecanismos de orientação de prestação de cuidados de emergência médicos estão sobrecarregados, os três centros de orientação de doentes urgentes (CODU) do países funcionam, muitas vezes, apenas com três médicos, quando deveriam existir pelo menos seis clínicos.

Esta situação atrasa, muitas vezes, o socorro e coloca em perigo a vida de quem precisa de auxílio. Urge colocar a saúde como prioridade do Governo.

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Comissão Parlamentar da Saúde Visita Região Autónoma da Madeira

Comissão Parlamentar da Saúde Visita Região Autónoma da Madeira

JM Madeira |  Comissão Parlamentar da Saúde esteve em visita à Região Autónoma da Madeira, entre os dias 6 e 7 de Maio, em defesa da saúde dos Portugueses residentes na Madeira.

Em reunião com o Representante da República na Região, o Presidente, Vice-Presidente e Secretário da Saúde do Governo Regional da Madeira e outros altos representantes analisamos, entre outros temas, a situação do novo hospital da região, que está em agenda e que continua aguardar parte do financiamento do Governo da República. Nesse âmbito, foi possível visitar o local em Santa Rita, na freguesia de São Martinho, para onde está projetado.

Segundo Ireneu Barreto, esta visita é essencial para uma melhor compreensão da contexto da saúde dos madeirenses, bem como, a mobilidade geográfica de doentes entre a Região e o continente, ou o projeto de construção de um novo hospital no Funchal.

Terminada a visita, todos os partidos são unânimes na necessidade do novo Hospital: o Governo Regional assegura metade da verba. Perante este urgência compete agora ao Governo da República fazer a sua parte.

Durante estes dois dias, a houve ainda oportunidade para reunir com as estruturas representativas da classe dos médicos, enfermeiros, psicólogos e dos nutricionistas, com estruturas sindicais e representantes das comissões de utentes do Serviço Regional de Saúde, bem como visitas aos hospitais da região.

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PSD Visita Hospital de Gaia

PSD Visita Hospital de Gaia

No dia 2 de Maio, estivemos com o presidente do Partido Social Democrata, Rui Rio, numa visita ao Hospital de Gaia, onde testemunhámos que as condições em que as pessoas são tratados e em que os profissionais trabalham, as quais não são dignos de um Serviço Nacional de Saúde.

Durante a visita, Rui Rio defendeu que deve haver um “melhor planeamento e melhor gestão” da Saúde em Portugal pois, ainda há muito investimento que deve ser feito para melhorar as condições das instalações dos hospitais e as condições de trabalho dos profissionais. Além disso, o Governo deve responder o quanto antes às reivindicações de todos os que trabalham neste setor.

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European AIDS Treatment Group Advisory Board

European AIDS Treatment Group Advisory Board

Foi uma honra participar pela primeira vez no encontro de membros da direção do European AIDS Treatment Group – EATG – enquanto parte do Advisory Board externo desta associação cujo principal objetivo é facilitar o acesso aos tratamentos e diagnóstico, bem como, aumentar a prevenção e melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem com HIV/SIDA.

Partilho o Advisory Board do EATG com o Prof. Michel Kazatchkine, o Prof. Matthew Weait, a Lella Cosmaro, o Prof. Jürgen Rockstroh e a Sini Pasanen, e juntos somos embaixadores da missão desta entidade um pouco por todo o mundo e fornecemos aconselhamento aos membros da direção, dando uma importante contribuição para a tomada de decisões estratégicas.

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Congresso MED.WIN: ‘Ser Médico fora do Hospital’

Congresso MED.WIN: ‘Ser Médico fora do Hospital’

Tive o privilégio de aceitar o convite da Associação de Estudantes da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto para participar no congresso MED.WIN, organizado pela mesma entidade, onde intervi na sessão “Ser Médico fora do Hospital” sob moderação do Professor Filipe Macedo, juntamente com o Dr. Luís Filipe Castro Reis e o Dr. Manuel Gonçalves para prestar testemunho dos nossos percursos de vida, sempre em torno da saúde e da medicina.

Este é um congresso médico não científico que conta com a participação de cerca de 350 estudantes de medicina e com mais de 100 palestrantes, sendo alguns deles os mais influentes médicos do país. O MED.WIN decorre sob o tema das especialidades e carreiras médicas e composto por várias sessões plenárias, workshops e mesas redondas.

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