“Consenso Estratégico para a Gestão Integrada dos Cancro da Pele não Melanoma em Portugal”

“Consenso Estratégico para a Gestão Integrada do Cancro da Pele não Melanoma em Portugal”

No passado fim-de-semana, tive a honra de participar no debate onde foi lançada a publicação “Consenso Estratégico para a Gestão Integrada dos Cancros da Pele não Melanoma em Portugal”, na Feira do Livro de Lisboa.

Na qualidade de coordenador científico de saúde pública do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Católica tive o privilégio de moderar o debate sobre o tema, com o Professor Henrique Lopes (coordenador do estudo), o Dr. Nuno Miranda (Coordenador do Programa Nacional de Doenças Oncológicas da DGS), o Dr. João Maia da Silva (Associação Portuguesa de Cancros Cutâneos) e o Dr. Paulo Lamarão (Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia).

PSD questiona se cativações permitem funcionamento da Entidade Reguladora da Saúde

PSD questiona se cativações permitem funcionamento da Entidade Reguladora da Saúde

O Partido Social Democrata (PSD) denuncia as cativações feitas pelo Governo num requerimento dirigido ao Conselho Diretivo da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) e entregou-o no Parlamento no passado dia 11 de Junho. A presidente da ERS assume incapacidade de cumprir a sua missão regulamentar com tantas restrições. Aguardamos resposta.

O PSD exigiu conhecer o montante exato das cativações efectuadas pelo Governo à ERS este ano, e questionou se as mesmas permitem que este organismo continue a prosseguir adequadamente as suas atribuições.

“Não só em 2017 o Governo impôs à ERS cativações num montante superior a 1.370 milhões de euros, como, só no primeiro semestre deste ano, o montante cativado ultrapassa já os 761 mil euros, antecipando-se que a este valor estejam já a acrescer ainda mais cativações”, pode ler-se no requerimento assinado por mim e pelos deputados Adão Silva e  Luís Vales.

Como é que o governo lida com o único organismo independente responsável por assegurar a qualidade dos serviços prestados nos sistema de saúde? Cativando e cortando no orçamento ao ponto de não conseguirem pagar ordenados nem cumprir com a sua função.

É incompreensível e inaceitável e espera-se que o governo corrija a situação antes da ida do Ministro da Saúde ao parlamento no próximo dia 20 de Junho. É uma situação incompreensível e inaceitável.

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Parlamento chumba Eutanásia

Parlamento chumba Eutanásia

Os quatro projetos a favor da Eutanásia foram chumbados no passado dia 29 de Maio, no Parlamento.

Em antecipação a este debate, tive a honra de participar num artigo da revista Visão, em conjunto com os demais Deputados que partilham a condição de serem médicos, nomeadamente a Srª Depª Isaura Pedro, o Sr Depº José António Silva e a Sraª Depª Isabel Galriça Neto.

Todos partilhamos a mesma opinião: não estamos de acordo com os quatro projetos (PAN, BE, PS e PEV) para descriminalizar a morte assistida – quer a eutanásia, quer o suicídio assistido, bem como as iniciativas envolvidas.

Como tive o prazer de dizer durante a entrevista, “na versão inicial, o Juramento de Hipócrates tinha uma frase que dizia que o médico não provocaria a morte do seu doente, mesmo que instado a tal e que essas palavras não tinham nada de religioso ou ideológico. Era uma razão muito pragmática porque o sofrimento era tal que, à época, a tentação seria matar aquela pessoa para lhe aliviar o sofrimento. Os médicos devem querer é que as pessoas possam viver com dignidade até ao final da sua vida”.

Posto isto, continuo a lamentar que se fale tanto da dignidade da morte e que se esqueça aquilo que designa por medidas para a dignidade da vida, com o acento tónico nos cuidados domiciliários, na definição de um estatuto do cuidado informal, nos apoios sociais públicos e ainda dos cuidados paliativos.

Faço votos para que este debate não termine aqui e que o Estado (finalmente) assuma o alívio do sofrimento e a promoção do bem estar e da saúde como prioridades absolutas da sua ação.

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#PARAvencerEM

#PARAvencerEM

Para assinalar o Dia Mundial da Esclerose Múltipla (E.M.), que terá lugar o próximo dia 30 de maio, a comunidade científica e as associações de doentes e familiares desafiaram personalidades políticas e decisoras a participar na iniciativa #PARAvencerEM.

Esta campanha pretende fazer com que a pessoa que vive com esta doença esteja no centro das decisões, assumindo um papel mais ativo na gestão da sua doença.

A E.M. afeta mais de 8.000 pessoas em Portugal (Gisela Kobelt, 2009) e cerca de 2.500.000 pessoas em todo o mundo (dados da Organização Mundial de Saúde) e atinge, sobretudo, os jovens.

Eu tive o prazer de ser uma das 14 pessoas que participaram e, tal como diz a campanha, dei 1 minuto pela E.M., como pode ver no vídeo.

Debate na Assembleia Mundial da Saúde

Debate na Assembleia Mundial da Saúde

Tive a honra de participar num debate na Assembleia Mundial da Saúde, onde o tema central foi o acesso universal aos cuidados de saúde, com o objetivo de garantir que as doenças infecciosas continuam na agenda global.

Como fundador e Presidente da UNITE, cuja missão é eliminar as doenças infecciosas, continuarei a fazer de tudo para ajudar a combater este problema.

“World Hepatitis Alliance Global Stakeholder Meeting”

“World Hepatitis Alliance Global Stakeholder Meeting”

Recentemente, tive o privilégio de participar no “World Hepatitis Alliance Global Stakeholder Meeting”, em Londres. Uma reunião onde o foco foram os vírus de hepatite B e C e o facto de milhões de pessoas em todo o mundo não estarem diagnosticadas.

O grande objetivo da reunião foi pensar na forma de eliminar as barreiras ao diagnóstico. E foi para combater esta lacuna que a World Hepatitis Alliance criou o projeto “Find the Missing Millions”, que entrou em vigor este ano. Esta iniciativa pretende apoiar as pessoas cujo diagnóstico ainda não foi feito e ajudá-las na superação dos obstáculos que poderão encontrar.

Atualidade da saúde debatida na Assembleia da República

Atualidade da saúde debatida na Assembleia da República

Recentemente, tive a honra de participar num debate com o Ministro da Saúde na Assembleia da República, onde falei sobre a atualidade da saúde, nomeadamente, o facto de, nos últimos anos, ter havido uma degradação acentuada da maioria dos indicadores no setor com o desgaste dos profissionais e a degradação da qualidade dos serviços prestados aos Portugueses.

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Canábis Medicinal: Riscos e Benefícios

Canábis Medicinal: Riscos e Benefícios

Recentemente, tive o prazer de participar no debate “Canábis Medicinal: Riscos e Benefícios”, na Ordem dos Médicos (Região Sul).

É um tema sobre o qual sempre tive fortes reservas… O que posso dizer é que o consumo de grandes quantidades, está associado a um maior risco de surtos psicóticos e quadros de esquizofrenia, sobretudo, se consumidos numa idade muito precoce.

O debate contou com inúmeras presenças reconhecidas na área da saúde. Dulce Salzedas, jornalista da SIC foi a moderadora e o encerramento ficou a cargo do Bastonário da Ordem dos Médicos, Dr. Miguel Guimarães.

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Eutanásia. O que está em jogo?

Eutanásia. O que está em jogo?

RTP2 | Esta semana, tive a honra de participar numa agradável conversa no programa “Eclesia”, da RTP2, ao lado do Padre Fernando Sampaio, Coordenador Nacional das Capelanias Hospilarares, no âmbito da Semana da Vida, onde abordámos o tema da Eutanásia.

Foi um debate profundo, que para além de tocar na questão da vida, tocou também, na matriz social em que vivemos e como nos definimos enquanto sociedade.

Todo o debate em curso ocorre pelo facto de haver tanto sofrimento humano e termos um sistema de saúde e uma sociedade que tem sido incapaz de responder a esta premente crise social. A morte a pedido não é a solução e partilhei neste programa alguns dos argumentos que me levarão a votar contra a legalização da Eutanásia no próximo dia 29 de Maio na Assembleia da República.

Apelo à vossa reflexão neste momento em que o Partido Socialista, Bloco de Esquerda, PAN e PEV incompreensivelmente querem acelerar a discussão sem permitir qualquer processo de reflexão na comunidade ou na própria esfera parlamentar.

O Desgoverno na Saúde

O Desgoverno na Saúde

Jornal de Notícias | Em dia de audição ao Presidente do INEM e de greve dos médicos esta notícia é apenas mais uma confirmação do desgoverno que existe na saúde.

Os mecanismos de orientação de prestação de cuidados de emergência médicos estão sobrecarregados, os três centros de orientação de doentes urgentes (CODU) do países funcionam, muitas vezes, apenas com três médicos, quando deveriam existir pelo menos seis clínicos.

Esta situação atrasa, muitas vezes, o socorro e coloca em perigo a vida de quem precisa de auxílio. Urge colocar a saúde como prioridade do Governo.

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