“Edição da Manhã”, SIC

“Edição da Manhã”, SIC

No passado dia 20 de Julho, tive o prazer de participar numa agradável conversa na “Edição da Manhã”, da SIC, sobre a hepatite c e o modelo “Let’s End HepC”.

Portugal tem tido um grande avanço em relação a esta doença que surgiu há quase 30 anos e cuja cura foi descoberta em 2014/15. O nosso país foi um dos primeiros a permitir o acesso universal ao tratamento.

Já temos a cura… O que falta então para eliminar de uma vez por todas esta doença? É preciso olhar para as políticas: prevenção, diagnóstico, acesso ao tratamento e perceber o que falta, pois de acordo com as políticas actuais de Portugal, ainda não estamos a fazer o suficiente para eliminar a hepatite c até 2030.

Na Universidade Católica desenvolvemos a plataforma “Let’s End HepC” – um modelo matemático capaz de avaliar o impacto real das políticas de saúde pública, a nível mundial, na eliminação da hepatite c.

Em Portugal, cerca de 10 mil pessoas já foram curadas e mais 10 mil já foram diagnosticadas (encontrando-se em tratamento ou à espera do mesmo). De acordo com as estimativas, ainda nos faltam diagnosticar entre 30 a 50 mil pessoas que vivem infetadas pelo vírus da hepatite c sem o saber. Urge testar e diagnosticar.

Sabemos o que tem de ser feito para eliminar a hepatite c. Vamos a isso!

Veja a entrevista completa aqui

“Consenso Estratégico para a Gestão Integrada dos Cancro da Pele não Melanoma em Portugal”

“Consenso Estratégico para a Gestão Integrada do Cancro da Pele não Melanoma em Portugal”

No passado fim-de-semana, tive a honra de participar no debate onde foi lançada a publicação “Consenso Estratégico para a Gestão Integrada dos Cancros da Pele não Melanoma em Portugal”, na Feira do Livro de Lisboa.

Na qualidade de coordenador científico de saúde pública do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Católica tive o privilégio de moderar o debate sobre o tema, com o Professor Henrique Lopes (coordenador do estudo), o Dr. Nuno Miranda (Coordenador do Programa Nacional de Doenças Oncológicas da DGS), o Dr. João Maia da Silva (Associação Portuguesa de Cancros Cutâneos) e o Dr. Paulo Lamarão (Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia).